segunda-feira, 24 de outubro de 2016

PEDRANOCHARCO I – PAGINAÇÕES E CAPAS DE LIVROS (1995-1999)

PEDRANOCHARCO I 
PAGINAÇÕES E CAPAS DE LIVROS 
(1995-1999)
A Pedranocharco Publicações nasceu em 1995 para a publicação dos livros de As Aventuras de Paio Peres de que fui argumentista e desenhados por Victor Borges. De seguida editaria Lou Velvet – Abaixo de Cão (1996), Um Catálogo de Sonhos (1996), As Aventuras do Barão Wrangel (1997) e Alguém Desarruma Estas Rosas (1997),  todos de José Carlos Fernandes. Foram também editados Regresso a Portucale (1996), de Paulo Moreiras (arg.) e Victor Borges (des) e Medusa 31 – Nec Pluribus Impar (1996), de Eliseu Gouveia (Zeu). Paginei todos estes livros e realizei as respectivas capas. Ahh! E também desenhei o logotipo da editora!
A sociedade Pedranocharco Publicações foi desfeita em 1999.
Continuei no entanto a editar coisas, sobretudo fanzines, usando a designação Pedranocharco até 2004, quando assumi essa designação como chancela pessoal oficialmente, mantendo-a até hoje.
Assim este post será dividido em 3 partes neste blogue, uma vez que todos os fanzines, livros e revistas editados com a chancela foram paginados por mim, tendo realizado também as respectivas capas.



Paginação de As Aventuras de Paio Peres - Missão em Al Mahadan
Coloco aqui estas 4 páginas, uma vez que realizei os esboços da reconstituição do castelo de Almada, assim como o do enquadramento paisagistico de Cacilhas, na 4ª página, 3ª vinheta, que depois foram finalizados por Victor Borges.




O Catálogo geral da Pedranocharco Publicações pode ser visto em

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domingo, 16 de outubro de 2016

CAPAS DE LIVROS PARA A EDITORA LETRAS EM MARCHA

CAPAS DE LIVROS PARA A EDITORA 
LETRAS EM MARCHA
CALÇADA DAS LETRAS

Em 2009, o meu amigo Jorge Deodato, que entretanto saíra da Polvo Edições, criou com alguns amigos a distribuidora Letras em Marcha. Mas entretanto decidiu começar também a editar livros, primeiro com a chancela Letras em Marcha e depois Calçada das Letras. Realizei para ele quatro ou cinco capas no início de 2010. Aqui ficam as capas.









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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

CAPAS DE LIVROS Para a Garrido Editores – Edições Sete Caminhos – 2001-2003

 CAPAS DE LIVROS 
Para a Garrido Editores – Edições Sete Caminhos
2001-2003

O Zé Marques trabalhava com o Assírio Bacelar na Editorial Vega desde que me lembro, ou seja desde 1983, que foi o ano em que fiz as ilustrações e capa para “Fábulas do Tempo Presente e do Tempo Futuro” de Carlos Couceiro. Foi por causa desse livro que conheci o Assírio e, poucos meses depois, comecei a fazer capas de ivros para ele. O Zé Marques trabalhava na editora como responsável pela produção e distribuição. Mas em 1987/88 aconteceu uma trapalhada tremenda com questões de dinheiros. O Zé Marques foi despedido, ou despediu-se e o nome da editora passou a ser Nova Vega.

Em 2001 fui contactado pelo Zé Marques, que tinha fundado uma editora, com um sócio (ou vice versa, porque esse sócios é que era o dono da coisa) que trabalhava para televisão, não me recordo em que área.

Realizei então uma série de capas para a Garrido Editores – nome emprestado pela Garrido Artes Gráficas, onde eles imprimiam os livros, entre 2001 e 2003. Mais tarde a editora mudou o nome para Sete Caminhos...

Aqui ficam algumas das capas:
 






  

 




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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

REVISTA “Al Madan” – 1983-1985


REVISTA “Al Madan”
1983-1985

O meu primeiro trabalho de design gráfico foi a ilustração, paginação e capa do livro “Fábulas do Termpo Presente e do Tempo Futuro” de Carlos Couceiro, como escrevi no post anterior deste blogue (7 de Junho 2016). Logo de seguida calhou-me um novo trabalho do género, com a paginação e respectivas capas dos quatro primeiros números da revista Al Madan, do Centro de Arqueologia de Almada e dirigida ainda actualmente por Jorge Raposo, entre Novembro de 1983 e Novembro de 1985. 

Insisti sempre que o nome da revista deveria ser Al Mahadan e não Al Madan, uma vez que sendo a provável origem do nome da cidade de Almada proveniente da palavra árabe, cuja transliteração é qualquer coisa como al-ma'adan, «a mina», seria mais coerente optar pela transliteração da expressão árabe. Mas como já tinha saído o nº 0 da revista com aquele nome, ficou assim. 
A revista passou a ser online a partir do nº 17 da 2ª série.

Capa do nº 0, de Novembro de 1982

 Nº 1, Novembro de 1983

Nº2 Novembro 1983 - Maio 1984 e a imagem do Foral Manuelino de Almada que serviu para a capa da revista. Neste número houve um "Especial Descobrimentos e a Outra Banda" aproveitando a onda da XVII Exposição Europeia de Arte Ciência e Cultura dedicada aos Descobrimentos e que decorria em Lisboa.


Número da Al Madan online, de Julho de 2016

terça-feira, 7 de junho de 2016

A MINHA PRIMEIRA CAPA E ILUSTRAÇÕES – FÁBULAS DO TEMPO PRESENTE E DO TEMPO FUTURO – DE CARLOS COUCEIRO – 1983

A MINHA PRIMEIRA CAPA E ILUSTRAÇÕES
FÁBULAS DO TEMPO PRESENTE 
E DO TEMPO FUTURO
DE CARLOS COUCEIRO
1ª EDIÇÃO 1983 – CONTRA REGRA


O meu primeiro emprego foi na Ilídio Monteiro Construções, onde o meu único tio era empregado no departamento imobiliário. Conseguiu que eu entrasse para a empresa como desenhador (de construção civil), tarefa em que eu tinha pouca experiência. Desenrasquei-me bem, em desenho de betão armado, cofragens, etc... Estive lá quatro anos, de 1981 a 1984, o último dos quais já em regime de recibos verdes, uma vez que o contrato era de 3 anos. Nesse último ano (apenas durante 6 ou 7 meses) comecei a fazer design gráfico, na revista da empresa, nos cartazes promocionais e na montagem de exposições que eles faziam no estrangeiro. Já tinha alguma experiência em design gráfico, mas sempre a nível pessoal, em pequenas publicações sobre banda desenhada (fanzines). No ano de 1983 o meu tio apresentou-me ao Engº Carlos Couceiro, porque este engenheiro tinha um livro para publicar e precisava de um ilustrador. Nasceu assim Fábulas do Tempo Presente e do Tempo Futuro, que ilustrei e desenhei a capa. O livro foi editado nesse ano pela Contra Regra, editora de Assírio Bacelar, uma espécie de subsidiária das edições Vega. Foi aí que conheci o Assírio, com quem trabalho até hoje, embora de forma descontinuada por alguns períodos de tempo. Em 1985 entrei para as Edições 70, como designer gráfico, onde estive até 1988.

AS ILUSTRAÇÕES



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